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Como você lida com suas emoções?

Nós achamos que estamos no comando, mas na verdade o cérebro funciona na maior parte do tempo de forma automática. Temos dois sistemas funcionando em nosso cérebro: um que corre rápido, abaixo do nível da consciência guiando a maior parte de nossas emoções e de nosso comportamento, assim como a maior parte de nossas decisões, e outro sistema mais lento e mais deliberativo.
O sistema que corre rápido, é como uma máquina de antecipação, sempre prevendo o próximo momento, procurando por padrões familiares e previsíveis baseados na experiência passada, para responder de forma imediata. Isso, por um lado, acontece para nosso benefício, para poupar nossa energia. Por outro, faz com que a maior parte das nossas emoções siga pelo sistema automático, o que pode nos trazer problemas.
Nossas crenças, valores e as estratégias de sobrevivência, que usamos quando crianças, estão refletidas em nossa rede neuronal. Trazemos tudo isso para nossos relacionamentos atuais, na maior parte das vezes, inconscientemente. Existe uma ação recíproca entre os pensamentos e a emoção. A emoção pode invadir nosso pensamento e sequestrar o sistema mais lento e reflexivo gerando respostas emocionais e comportamentais mais primitivas.
A boa notícia é que o cérebro também está aberto para o novo. Quando damos um passo atrás e nos conscientizamos de nossas emoções, reações e comportamentos automáticos, podemos encontrar maneiras de refletir sobre nossas interações.
Se a pessoas consegue ir para dentro, ler suas dicas corporais, identificar e nomear o sentimento que está presente, imaginar o que o desencadeou, tolera-lo e focar na auto responsabilidade pelo mesmo ela poderá ter respostas mais maduras.

Fonte: Fishbane, Mona DeKoven. Loving with the brain in mind: neurobiology and couple therapy – 1st edition – 2013

Redes Sociais: “A droga do século” – Conheça os efeitos desse vício

Estudos mostram que os danos causados no cérebro pelo vício em redes sociais acontecem na mesma região que os danos causados por dependência química. As regiões que cuidam dos processos de atenção e decisão são afetadas, e por fornecer rápidas recompensas com baixo esforço, se tornam um vício. A cada like o cérebro gera dopamina que intensifica cada vez mais o vicio. Isso cria 4 prejuízos grandes:

1) Piora da memória e eficiência na habilidade multitarefa: como as pessoas são mais facilmente distraídas tem menor capacidade de foco e atenção, o que dificulta reter informações na memória.

2) Perda do controle da continuidade da atenção: a cada interrupção, levamos 23 minutos para voltar ao foco do que estávamos fazendo antes.

3) Egocentrismo e vaidade aumentadas: enquanto numa conversa cara a cara reservamos 30 a 40% do tempo para falar de nós mesmos, nas redes sociais reservamos 80% do tempo para isso. Ficamos 2 vezes mais autocentrados.

4) Superficialidade: para Nicolas Carr, quando estamos online, estamos num ambiente que promove a leitura superficial, pensamento afobado e distraído e aprendizado superficial. Ou seja, menor chance de engajar num pensamento reflexivo e menor enfase em objetivos morais. As redes sociais nos incentivam a ter uma atitude mais passiva, de expectador ao invés de protagonista, o que faz com que cada vez menos as pessoas queiram ler livros e desenvolver suas ideias próprias. Isso tudo faz com que cada vez menos tenhamos projetos com propósito, que deixam a vida sem sentido! Fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=8S2sBG4A8Q4

Ainda há Luta!

Já faz muitos milhares de anos que a sociedade se tornou patriarcal em função da descoberta da paternidade. Antes disso, acreditava-se que a mulher era a fonte da vida e que a sua fecundidade influencia a fertilidade dos campos. A mãe era a personagem central nessa sociedade. Homens e mulheres trabalhavam juntos, em prol do bem comum. A estrutura social pré-patriarcal era igualitária.

A partir do descobrimento de sua participação na procriação,  as relações entre homens e mulheres se transformaram, e o homem foi desenvolvendo um comportamento autoritário e opressor, reforçado pela sociedade, para “disciplinar e subjugar a mulher” ainda que  usando da força física.

Embora as mulheres já tenham conseguido muitos direitos em sua luta pela igualdade, ainda temos um longo caminho a percorrer quando se trata de chegar  a uma sociedade igualitária. Os números do IBGE (link abaixo) mostram que embora as mulheres tenham mais educação e trabalhem mais, tem menos cargos de gerencia e ganham menos. Além disso, cumprem mais horas de tarefas domesticas por semana do que os homens na mesma situação, não importando a idade.

Mas o que mais assusta é a violência que a mulher continua sofrendo diariamente. Conforme descrito no site Relógios da Violência, a violência doméstica tem um ciclo que geralmente apresenta três fases:

1. Aumento de tensão: O agressor se mostra tenso e irritado por coisas insignificantes, tem acessos de raiva, humilha a vítima, faz ameaças e/ou destrói objetos. A vítima tem muitos sentimentos (tristeza, medo, ansiedade), fica aflita, tenta acalmar o agressor, achando muitas vezes que ela fez algo errado para justificar o comportamento violento do agressor.

2. Ataque violento: quando ocorre a explosão do agressor, e a tensão acumulada se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial. A vítima mesmo reconhecendo o perigo fica paralisada, sem reação. Pode apresentar insônia, ansiedade, perda de  peso, fadiga constante. Se sente confusa, com raiva, com medo, sozinha e com vergonha. Nesse momento ela pode tomar a decisão de pedir ajuda.

3. Lua-de-mel: o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência). A vítima acredita nos esforços de mudança, lembra dos bons momentos, e estreita a relação com o agressor. Por fim a tensão volta o que leva a fase 1 novamente.

Com o tempo os intervalos entre as fases ficam menores, e as agressões podem acontecer sem obedecer a ordem das fases. Em alguns casos ocorre o assassinato da vitima.

Muitos se perguntam: mas se ela sofre tanto, porque continua na relação? A resposta não é tão simples, existem muitos fatores envolvidos. Muitas vezes a vítima mantém um casamento “secretamente miserável” por valores aprendidos na cultura e na família (Resnick´s). Muitas mantém o casamento por valores religiosos, por causa dos filhos, por questões financeiras, por questões sociais e outras.

Além de tudo isso, ainda existe a influência de questões emocionais como a descrita por Solomon em 1980: a teoria dos processos oponentes (abordado no artigo Minds and Bains for Gestalt Therapists de Todd Burley). Burley explica que os processos oponentes são um paradigma extremamente poderoso. Exposto de uma forma simples: o processo A é a resposta afetiva a um estímulo particular, por exemplo a dor após sofrer uma violência (fase 2 do ciclo de violência). Quando a dor começa a se dissipar o processo B, que é o oposto a mágoa, ocorre (fase 3 de lua de mel – o agressor se arrepende, demonstra carinho e afeição), a vítima se sente aliviada, se sente bem, e isso reforça a tolerância para o processo A. O processo B é fortalecido, enquanto o processo A é enfraquecido. Se os efeitos posteriores são tão poderosamente agradáveis e positivos, como a vítima pode agir saindo nesse ponto, mesmo que ela esteja determinada a partir no início?

Esses são somente alguns aspectos envolvidos nas relações domesticas onde a violência ocorre. Por isso além de trabalhar com o medo dando proteção a vítima e com o reforço da auto-estima, também é necessário ampliar nossa ação no sentido de abranger o maior número de aspectos envolvidos nessas situações.

É importante que as pessoas comecem a olhar para essa situação de agressão deixando de lado os preconceitos e os julgamentos e colaborem para aumentar disseminação de informações como essa, pois quanto mais consciência houver sobre os processos envolvidos, novas aprendizagens e possíveis mudanças poderão ocorrer.

Fontes:

– A Cama na Varanda – Regina Navarro Lins – 7a. ed – 2012 – Rio de janeiro

– https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101551_informativo.pdf

– https://www.relogiosdaviolencia.com.br/ciclo-da-violencia

– http://www.artepsicoterapia.com.br/entrevista-com-rita-e-bob-resnick-gestalt-terapia-com-casais/

-Minds and Brains for Gestalt Therapists – Todd Burley

terapia de casal

Terapia de Casal

A terapia de casal vem para tentar mudar um quadro preocupante. No Brasil, os casamentos estão durando cada vez menos. A maioria dos casais (56,5%) está se divorciando antes de completar 15 anos de união apontam as Estatísticas do Registro Civil 2011. Sendo que, 41,6% deles, portanto, não completam uma década. Os que nem chegaram a completar um ano de casados, e que antes não constavam entre as dissoluções, agora, no entanto, já representam 1,8% do total. Da mesma forma, divórcio está ocorrendo também cada vez mais cedo, em média aos 42 anos para eles e 39 anos para elas. Como resultado, os dados são crescentes e alarmantes.

Para Rita e Bob Resnick, a taxa de divorcio altíssima, no entanto, não reflete a parte principal. Em primeiro lugar, eles acreditam que a parte principal são aqueles casais que estão em um: “casamento secretamente miserável”. Resumindo, são aqueles casais que mantém um relacionamento insatisfatório por algum fator externo. Seja por causa dos filhos, da religião, do dinheiro, do estigma social, por medo de ficar sozinhos, etc.

E mais, eles acreditam que o nosso modelo de  casamento está desatualizado e obsoleto. Em outras palavras, hoje procuramos em uma só pessoa, o que antes uma comunidade inteira oferecia: base, significado, e continuidade. Além do mais, queremos também que os nossos relacionamentos sejam românticos, gratificantes emocionalmente e sexualmente. Como resultado, criamos muitas expectativas. Consequentemente, as estruturas conjugais tradicionais tem dificuldades de satisfazer o preceito moderno.

Amar de Olhos Abertos

Jorge Bucay e Silvia Salinas em seu livro “Amar de Olhos Abertos” afirmam que amar é aceitar o outro como ele é. Ou seja, o fato do parceiro pensar diferente, não quer dizer que ele não ama. Certamente não é necessário pensar igual! Aceitar não significa se resignar ou acreditar que não é possível melhorar. A psicoterapia de casal crê que, acima de tudo, aceitar é o que traz a verdadeira mudança.

Em primeiro lugar, a maneira como o casal lida com as diferenças em geral está na raiz dos conflitos. Em geral cada membro do casal pensa: meu ponto de vista é melhor, se eu estou certo, você esta errado. Se o casal consegue achar um espaço onde nenhum deles tem medo de ser “colonizado” pelo outro, cada um pode ouvir o outro com boa vontade e benevolência. Este é o propósito da terapia de casal.

Para ser aceito, cada um precisa se mostrar inteiramente. Para isso, é preciso intimidade, saber que se pode falar qualquer coisa, que a outra pessoa saberá lidar. Há então, a segurança de que a pessoa não precisar se vigiar no que fala ou faz, seja em uma briga ou em um momento romântico. Certamente não é uma autorização para magoar o outro, mas sim, um momento de compartilhar do interior.

Como Funciona a Terapia de Casal

A  terapia de casal auxilia cada indivíduo a identificar quais são suas necessidades básicas e como satisfazê-las. A idéia da terapia, acima de tudo, é convidar o cliente a estar lá sendo quem ele é. Durante a terapia o terapeuta não vai tentar  resolver as questões do casal, e sim vai colocar luz nas questões. Auxiliar o casal a ficar consciente de seu processo, de como criam  as situações  e colaboram para mantê-las, através de lances de relacionamentos co-desencadeantes.

Por fim, durante a terapia de casal é importante que o casal tome consciência de como se interrompe e também de quais são as suas competências. Então, se o casal tiver consciência das suas competências podem utilizá-las para solucionar impasses quando estes aparecerem.

Restaurando seu poder de escolha!

Psicoterapia é algo tão bom, que seria uma pena se os considerados “normais” não desfrutassem de seus benefícios.
O objetivo da psicoterapia é permitir que a pessoa tome consciência de si mesma, dos seus pensamentos, sentimentos de sua forma de funcionar, e a partir disso possa fazer novas aprendizagens e mudanças.

A tarefa do psicoterapeuta é auxiliar as pessoas a perceber onde existem os impasses em sua vida, aumentando sua conscientização sobre si mesmo e sobre o mundo ao redor. Quando cada pessoa tem consciência de seus desejos, e dos desejos de outro ao redor, ela pode fazer as melhores escolhas possíveis para si mesma. A grande busca da psicoterapia é transformar pessoas de agentes passivos a agentes ativos, que tem a capacidade de tomar a direção da sua própria vida.

As pessoas buscam a terapia não apenas para resolver suas dificuldades, mas também para melhorar a qualidade de vida. Questões que não conseguimos encontrar uma solução adequada, não significam doença ou anormalidade, muitas vezes são pequenas dificuldades, mas que se não forem trabalhadas por um psicólogo terapeuta, levarão a problemas maiores.
Para Zinker, a vida é um processo constante de solução de problemas, desde a inspiração de ar que nos sustenta, até o lamento pela perda de alguém amado. Isso quer dizer que a psicoterapia não impede o fluxo da vida, simplesmente nos mostra outra visão dos fatos, de forma que possamos viver de maneira mais autêntica e espontânea, fazendo escolhas e nos responsabilizando por elas e não sendo vitima das situações.

Na psicoterapia, um casal ou uma família pode explorar e resolver seus dilemas sem precisar culpar ninguém. Pois o trabalho do psicoterapeuta é auxiliar cada um a perceber sua porção de responsabilidade e escolha nas questões a serem trabalhadas.

Como funciona a psicoterapia:
Em geral, no primeiro telefonema, são coletadas informações sobre os acontecimentos: O que, com quem e como a situação problemática se dá e qual o nível de disposição das pessoas para a busca por melhora. Então, junto ao psicoterapeuta, define-se quem virá para as sessões de terapia, ou seja, se a terapia será individual, de casal ou de família.

Nas interações pessoais, não existe simplesmente causa e efeito, e sim, interações extremamente complexas do ponto de vista psicológico. Qualquer evento pode afetar todo o sistema de interação entre os indivíduos. Quando uma pessoa muda o seu estado de espírito, ela provocará os outros a mudarem também.
A mudança saudável só ocorre à medida em que as pessoas envolvidas se interessam em tomar consciência de seu processo interativo. Quando cada indivíduo se esforça, para fazer as aprendizagens necessárias, e trabalha para resolver as suas resistências e interferências que impedem a mudança saudável.
Não é possível fazer as mesmas coisas repetidamente e esperar resultados diferentes. Mude ação, e o resultado também irá mudar!

Planejamento

Planejamento é fundamental quando falamos de qualquer assunto: tempo, relações, dinheiro, trabalho….

Um bom planejamento precisa ser flexível, mas sem ele fica mais difícil atingirmos as nossas metas. Eu faço planejamento semanal. Dá uma olhada  na grade que eu criei para me ajudar!

planejamento semanal

E essa grade tem ajudado muita gente!

Fique a vontade para fazer a adaptação mais adequada a sua vida! Enjoy!

 

Grupos de Artepsicoterapia

Muitas pessoas ainda acreditam que terapia era para quem não tem capacidade de resolver os seus problemas e precisa de ajuda. Na verdade, a terapia é melhor aproveitada, quando buscamos esse processo como uma forma de nos desenvolvermos como pessoas para atingirmos um grau maior de satisfação em nossas vidas. Terapia é para quem não se acomoda ou se acostuma com as coisas.  É preciso ter coragem para enfrentar um processo psicoterapêutico, coragem de olhar para si mesmo. Como facilitadora nesse processo podemos usar a arte, ou melhor, nossa habilidade para realizar coisas criativas. A experiência com arte é uma forma de expressão que integra fantasia e realidade e com isso proporciona crescimento. É um instrumento que auxilia na conscientização de nosso padrão de funcionamento, e partir dessa percepção proporciona novas aprendizagens e mudanças. Os grupos são quinzenais com a duração de 2 horas cada encontro.  Informações: luana@artepsicoterpia.com.brlu2

Geração Y – GYPSI –

GYPSY

16/03/2016

Ontem um cliente comentou sobre a geração Y e a estória da Lucy, que traduzida para o português virou a estória da Ana. Achei muito interessante a descrição do que está acontecendo com a geração que nasceu entre 1970 e a metade dos anos 90.

No meu trabalho no consultório me deparo diariamente com o quanto as pessoas tem 2 vidas: uma real e uma de facebook/instagran.

Li os conselhos que o autor fornece para essa geração e fiquei com vontade de compartilhar. Segue abaixo:

“1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.

2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.

3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.”

 

Referências:

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Fonte do texto em inglês: http://www.waitbutwhy.com/2013/09/why-generation-y-yuppies-are-unhappy.html

 

“Nossos Universitários sabem separar o Joio do Trigo?” – 26/09/2015

Depois de ver uma publicação no facebook, de uma universitária tratando um profissional, que conheço de longa data pela conduta duvidosa,  como um gênio, comecei a me perguntar quais os instrumentos que estamos fornecendo aos nossos jovens para que eles possam ter critérios para avaliar a competência de seus pares, professores, e do mundo em geral?

Percebo que muitas vezes o termômetro usado é a “aparência física” ou “ser legal”, se a pessoa é legal é um gênio.

Para Leandro Karnal, nem todo mundo que é simpático é competente, o picareta é muito cordato, ele tem que negociar com todo mundo, pois não tem nenhuma competência.

É preciso avaliar com muita clareza o que enxergamos nas pessoas que decidimos confiar e seguir, já que como registra Watzlawick, a engenhosidade de muitos que são chamados de gênio pode ser nada além de incapacidade de compreender a complexidade de uma situação, ou um desprezo pelos direitos dos outros.

Ask for more! – 03/08/2015

 

Esse foi um dos grandes aprendizados que tive na Eslovênia durante o 44ª Treinamento da GATLA agora em Julho. Ir mais fundo, perguntar mais, desafiar o outro e a si mesmo! Como seres humanos precisamos de segurança, de coisas familiares para nos sentirmos confortáveis, mas ao mesmo tempo, também precisamos de desafios, do novo. A introdução do novo amplia nossas perspectivas e cria novas configurações do todo, fazendo com que possamos perceber coisas que antes não estavam disponíveis.